BIOGRAFIA

 

Senador por Sergipe, Eduardo Amorim é médico, bacharel em Direito, presidente do Diretório Estadual do PSDB de Sergipe e líder do Bloco Social Democrata no Senado Federal. Quando eleito senador, teve 625.959 votos (33,65% dos votos válidos). Uma votação expressiva que marcou a história política do Estado. Aos 54 anos, é formado em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe, especialista em Anestesiologia pela Maternidade de Campinas - SP e Algologia (clínico em dor) pelo Hospital Clinic de Barcelona (Espanha). Em 2010, tornou-se bacharel em Direito pela Universidade Tiradentes.

Eduardo nasceu em Itabaiana, agreste sergipano, é o quinto filho do agricultor e comerciante  Eliezer Antônio, in memoriam, e Celina, dona de casa. Homem simples, católico, herdou dos pais a fé e a vontade de trabalhar para ajudar no sustento da família e do próximo. É um homem dedicado à educação e a cuidar de gente. Desde cedo, dividia seu tempo entre trabalho e estudos. Quando se formou em Medicina, escolheu se especializar em Dor como uma forma de cuidar da saúde e amenizar o sofrimento do próximo. 

Casado com a Procuradora do Trabalho, Vilma Amorim, tem dois filhos, Lucas e Lara.  Eduardo começou a vida pública quando teve atuação destacada como presidente da Sociedade Sergipana de Anestesiologia e da Cooperativa dos Anestesiologistas. E depois, exerceu o papel de Secretário de Estado da Saúde e coordenou o Centro de Oncologia do principal hospital público de Sergipe, hoje, o HUSE, onde maximizou as ações do setor, sendo reconhecido como um dos melhores do Brasil em 2003.

Em 2006, Eduardo Amorim foi eleito deputado federal com 115.466 votos pelo Partido Social Cristão (PSC). Na Câmara dos Deputados, foi relator do Projeto de Lei 2648/2007, que sancionou o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNPD). Em texto substitutivo ao proposto originalmente, como deputado federal incluiu a oferta de assistência psicológica, a informação pelo sistema de saúde sobre o atendimento de pacientes não identificados e a divulgação em locais públicos de informações sobre os desaparecidos. Atualmente, o CNPD tem uma grande abrangência em todo território nacional. 

Eduardo sempre teve preocupação com a Saúde Pública. A bandeira da implantação do Hospital de Câncer de Sergipe é defendida pelo senador desde a época de deputado federal. Durante o mandato, quase R$ 200 milhões foram solicitados para a construção do Hospital de Câncer de Sergipe, mas o Governo do Estado demorou a iniciar o projeto perdendo assim mais de R$ 135 milhões dos recursos recebidos. Em 2018, os sergipanos ainda não possuem o Hospital de Câncer e a luta do senador pela conquista continua.

Nas eleições de 2014, Eduardo Amorim disputou o cargo de governador do Estado de Sergipe. Percorreu os 75 municípios sergipanos e viu de perto a realidade de seu povo. Eduardo Amorim obteve mais de 415 mil votos válidos e ficou em segundo lugar no pleito.    

No final de 2014, pesquisa da Revista Veja em parceria com o Núcleo de Estudos Sobre o Congresso da UFRJ considerou Eduardo Amorim como o Melhor Senador do Brasil, elegendo-o com nota máxima (10) após analisar o trabalho parlamentar dos 81 senadores. Os critérios utilizados para a escolha dos parlamentares foi o desempenho em eixos como: trabalho por uma carga tributária menor e mais simples, mais infraestrutura, melhor gestão do gasto público, sistema educacional racional e eficiente e defesa eficaz pela transparência nos gastos públicos. Em 2016, o senador Eduardo Amorim liderou a lista dos parlamentares mais influentes na Internet e nas redes sociais segundo ranking publicado pela Pesquisa Medialogue Político Digital 2016. 

Eduardo Amorim solicitou emendas parlamentares para os 75 municípios sem distinção partidária. Mais de R$ 450 milhões foram destinados para o Estado distribuídos em áreas de Infraestrutura, Saúde, Turismo, Educação, Cultura e Segurança Pública. A relação de emendas parlamentares pode ser conferida com transparência no site eduardoamorimse.com.br.

Na atividade legislativa, possui 85 Projetos de Lei do Senado (PLS) e treze Propostas de Emenda à Constituição (PEC) apresentados. Eduardo votou pela aprovação legalização da prática da vaquejada; contra a reforma trabalhista, aprovação da pec que criou um teto de gasto para evitar que a despesa cresça mais que a inflação, entre outras matérias. Eduardo gosta do diálogo, é conciliador e valoriza o trabalho unido e em equipe.