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04/09/2015 19:13

Senador Eduardo Amorim fala sobre mandato em entrevista à rádio

O senador Eduardo Amorim participou de entrevista na rádio Cultura AM (670 Khz) nesta sexta-feira, dia 4. Na pauta, foram tratados assuntos sobre mudança partidária, avaliação da gestão municipal de Aracaju, reforma política e redução da maioridade penal. O senador Eduardo também falou sobre Projetos de Lei e PECs apresentados em seu mandato.

O senador Eduardo disse que ida para o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) não está nos planos momentâneos e justificou o agrupamento no Bloco União e Força. “Ainda estou PSC. Faço parte de um bloco formado por nove senadores. Tenho esse compromisso com os colegas. Fico no PSC até próximo ano”, falou o líder do PSC no Senado.

Para o senador Eduardo a atual composição do PSDB em Sergipe está cada vez mais forte e crescendo. “O PSDB deverá ter mais de 43 pré-candidatos nas eleições municipais. Deveremos ter nas principais cidades”, afirmou e completou que “todo bloco político deseja crescer colocando nomes à disposição. Alianças políticas se mantêm com diálogos”.

Durante interação popular um ouvinte afirmou que a “Nação está como caminhão sem freio e o povo (está) na frente dele”, e perguntou “onde está lado humano dos políticos de Brasília”. Para Eduardo Amorim a indignação do ouvinte também é um sentimento dele. E afirmou que isso é uma das causas para entrar e estar na política. “A política para mim é esse instrumento de justiça”, falou o senador. “Por que não muda lá em Brasília? Porque eu sou um entre 81. O que vale é a maioria”, completou o parlamentar.

Em relação à administração de Aracaju o parlamentar salientou a eficiência da Guarda Municipal. “A Guarda Municipal tem ajudado muito à segurança pública do Estado. A guarda do município de Aracaju faz um complemento. Grande complemento à segurança pública. Não gosto de quantificar, mas a ideia da Guarda Municipal está de parabéns”, afirmou.

O senador Eduardo é a favor de realização de plebiscito para votação de assuntos como redução da maioridade penal e reforma política. “Nós temos um dos sistemas eleitorais mais modernos. Temos que usar esse instrumento para saber mais do povo. Podemos consultar o povo com a urna eletrônica. Como deve ser a maioridade penal, o financiamento de campanha? Só tivemos apenas três consultas diretas ao povo. Com a urna eletrônica não usamos nenhuma vez”, salientou.

Ao final da entrevista, o senador fez uma breve prestação de contas de seu mandato ao falar sobre Projetos de Lei e Propostas de Emenda à Constituição (PECs) apresentados no Senado. “Já apresentamos mais de 60 projetos e algumas PECs. Defendo que os serviços de telefonia móvel e internet devem ter um rigor e punição maiores para as empresas que não cumprem os serviços que oferecem. Os serviços são péssimos e os preços são caros. Precisamos proteger os consumidores dessas empresas”, disse ao destacar um dos PLS.

 

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