NOTÍCIA

29/12/2015 11:58

Senador Eduardo Amorim fala sobre crise em Sergipe

Em entrevista à Ilha FM, o senador Eduardo Amorim falou da crise política nacional e da atual má gestão do Governo Estadual nesta terça-feira, dia 29. Na ocasião, também comentou sobre o que o governador Jackson Barreto falou a respeito dele na emissora de rádio.

“Vivemos um momento de crise não só política, mas de crise ética, moral e de muitos escândalos de corrupção. A saída para o Brasil melhorar é escolhermos quem realmente vai ser um bom gestor. Em 2010, eu acreditei no Governo Dilma. Pensei que a presidente fosse cuidadosa no âmbito fiscal e financeiro, mas não foi isso que vimos. Infelizmente, a expectativa é que os juros aumentem e, consequentemente, a conta que é paga pelo povo”, disse Eduardo, ao lamentar sobre a crise no País.

O senador Eduardo também relatou sobre a situação ruim que Sergipe passa. “O Estado devia em 2008 cerca de R$ 829 milhões, ou seja, nós regredimos. Não foi apenas o empréstimo do Proinveste, nós lembramos mais deste por conta das pancadarias que recebemos apenas por termos cobrado transparência”, advertiu o parlamentar.

Segundo Eduardo, o maior desleixo do Governo é a obra do Hospital de Câncer de Sergipe que não passa da terraplenagem. Ele também disse que foi a primeira vez na história, que o Tribunal de Contas da União suspendeu um edital de licitação para uma obra que não foi iniciada.“ Já enviei seis emendas para construção do Hospital, mas até agora nada. Além das obras oriundas dos recursos do Proinveste, que ainda nem sequer iniciaram. Eu pergunto cadê a rodovia Pacatuba-Pirambu? Cadê a rodovia Itabaiana-Itaporanga? Cadê o Hospital de Câncer? Cadê a construção e aparelhamento do IML?”, questionou Eduardo.

Para o senador Eduardo Amorim, o que o governador Jackson Barreto fala sobre ele na imprensa não é postura correta de um chefe de Estado. “O que o governador faz é agredir para desviar o foco. Enquanto todas as famílias de Sergipe choram o sofrimento, o governador prefere colocar apelidos e fazer palhaçadas com as outras pessoas. Essa prática de ofensas já faz parte da história política de Jackson Barreto. Esse é o tipo de política antiga, política de ofensas e sem pudores. Só lamento.”, disse.