Isso pode parecer óbvio, mas ouvir com eficiência como conselheiro é uma habilidade complexa.
Um conselheiro precisa não apenas ouvir o que está sendo dito, mas também como, por que e o que significa no contexto daquele cliente específico. Pense em conteúdo, apresentação e contexto.
Um conselheiro também precisa ser capaz de ouvir “nas entrelinhas”, por assim dizer, o que não está sendo dito. O que um cliente omite em uma sessão pode falar tão claramente quanto o que é comunicado em voz alta.
Talvez o mais importante seja que um conselheiro saiba ouvir sem julgamentos ou avaliações. Os clientes virão até você com questões difíceis e complexas, e precisarão sentir que têm espaço para dizer tudo o que acharem necessário, sem medo de vergonha ou de achar que o conselheiro tirou uma conclusão precipitada.
Como conselheiro, cultivar uma postura não reativa e aprender a diferença entre observação e avaliação ajudará a fazer avaliações precisas e a desenvolver uma conexão relacional com o cliente.
Acessibilidade e Autenticidade – Um conselheiro deve ser acessível aos clientes para ganhar sua confiança, mas talvez mais importante, um conselheiro precisa ser genuíno e empático — em sua comunicação, escuta e personalidade profissional.
Desenvolver uma conexão empática com cada cliente é fundamental para avançar no processo terapêutico e é o cerne de um relacionamento eficaz entre conselheiro e cliente.